Vinte e um dias desde minha última postagem e volto como se tivesse sido vinte e um minuto atrás. Meu rosto está ficando cada dia mais lustroso, mas acho que sempre foi, rs.
Minhas duas últimas semanas foram particularmente boas. E, embora seja um sentimento que não tenho com muita frequência, me vi com saudades de pessoas que não via há muito, e, logo, relembrei de momentos tão bons que compartilhei com elas que quase pude sentir o sabor doce e salgado dos risos e lágrimas que transcorreram até hoje.
Convivi talvez por dois dias inteiros com esses fantasmas, mas não foi sombrio. Não sinti dor por não poder tocar neles como pude no passado, foi mais como vislumbrar um pôr-do-sol depois de anos de intensa chuva.
Num redemoinho de imagens, havia pessoas ouvindo Backstreet Boys no fundo do ônibus escolar; uma Torre de Babel; um grupo ensaiando uma peça de teatro; um jornal; cartas; uma menina num corredor; o maracanã inteiro; uma festa de formatura; um buquê de rosas; uma valsa; um colégio novo e brilhante; duas pessoas conhecidas; uma turma de xadrez; uma menina e um fichário; um fã Clube; uma amizade muito antiga; filmes, bolos, pipocas e quartas-feiras a fio; e dias ensolarados. Havia também chocolate e Coca-Cola; um sítio; madrugadas; cobertores pendurados; chinelos voadores; estrelas no céu; microfones, músicas e coreografias; e risadas altas. Depois vieram-se segredos; um irmão; uma cunhada; pizzas; praia; viagens; mais pizza...
Minhas duas últimas semanas foram particularmente boas. E, embora seja um sentimento que não tenho com muita frequência, me vi com saudades de pessoas que não via há muito, e, logo, relembrei de momentos tão bons que compartilhei com elas que quase pude sentir o sabor doce e salgado dos risos e lágrimas que transcorreram até hoje.
Convivi talvez por dois dias inteiros com esses fantasmas, mas não foi sombrio. Não sinti dor por não poder tocar neles como pude no passado, foi mais como vislumbrar um pôr-do-sol depois de anos de intensa chuva.
Num redemoinho de imagens, havia pessoas ouvindo Backstreet Boys no fundo do ônibus escolar; uma Torre de Babel; um grupo ensaiando uma peça de teatro; um jornal; cartas; uma menina num corredor; o maracanã inteiro; uma festa de formatura; um buquê de rosas; uma valsa; um colégio novo e brilhante; duas pessoas conhecidas; uma turma de xadrez; uma menina e um fichário; um fã Clube; uma amizade muito antiga; filmes, bolos, pipocas e quartas-feiras a fio; e dias ensolarados. Havia também chocolate e Coca-Cola; um sítio; madrugadas; cobertores pendurados; chinelos voadores; estrelas no céu; microfones, músicas e coreografias; e risadas altas. Depois vieram-se segredos; um irmão; uma cunhada; pizzas; praia; viagens; mais pizza...
Tudo isso arranca risadas de mim, não lágrimas, nunca lágrimas.
Me despeço desse momento de nostalgia sem medo algum. Não tenho medo do passado, mas não pretendo passar meus próximos anos lembrando de tudo que já não existe mais. Haverá momentos para recordação, mas agora é tempo de viver. Meus olhos não percorrem os caminhos pelos quais passei nem pelos quais estou passando. Não ando olhando para o chão. Não mais.
Por hoje é só.
Fiquem com Deus.
Ele os guiará.