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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Nossa! Nem sei quando foi a última vez que postei alguma coisa aqui e, de qualquer maneira, estou com preguiça demais pra olhar o histórico. Deixe assim mesmo. Dá pra você ver a data no post abaixo.

Bom, minha vida tá numa boa, de verdade. Tantas coisas aconteceram desde a última vez que passei por aqui que seria até difícil fazer um resumo. Até adquiri um Twitter. É claro que não tenho esperanças de realmente continuar com ele. (Essa coisa de internet começa a me cansar).

Mas eu vim aqui hoje foi pra dizer que estarei aposentando o blog. Acho que cheguei ao fim da minha terapia. Ou digamos que cortei o mal pela raiz. Outros problemas virão, eu sei. Mas quero curtir essa calmaria por enquanto.

Não quero deixar nada de importante passar. Já deixei incontáveis. Tá bom pra uma encarnação só, né?!

Bom, desejo o melhor pra todos vocês.
Espero que Deus ilumine o caminho de cada um.
E sejam felizes.
Eu estou.

Beijo.


sábado, 17 de outubro de 2009

Tudo por dinheiro

De uns tempos para cá, comecei a questionar o quanto o dinheiro é importante em nossa vida e no que as pessoas estão dispostas a fazer para o conseguir. Bastou apenas um domingo ensolarado para que estas perguntas fossem respondidas. E como foram.

O sol estava grudado na tela azul clara e sem nuvens do céu, nesta ocasião. Estávamos passando de carro pela Avenida Ayrton Senna, em direção à praia, quando paramos em um sinal fechado. Do outro lado da avenida, na direção oposta a nossa, havia um homem negro com saia e blaser brancos, uma peruca loura, um microfone na mão e botas até a altura dos joelhos, numa imitação bizarra e particularmente engraçada da Xuxa.

Naquele momento me passaram duas coisas na cabeça. A primeira, é claro, que ele era maluco para estar vestido daquele jeito sob aquele sol torturante de meio dia; provavelmente estava precisando muito de dinheiro e, sem alternativas, optou por estar ali. A segunda, foi que ele provavelmente deveria morar muito longe da Zona Oeste; afinal, quantas pessoas teriam a coragem de fazer cover da Xuxa numa das avenidas mais movimentadas da Barra da Tijuca correndo o risco de ser conhecido por um amigo ou parente?

Fiquei intrigado. Será que as pessoas estavam mesmo dispostas a fazer tudo por dinheiro? Será verdade quando dizem que todo mundo tem seu preço?

Horas depois, estávamos sentados em um quiosque quando uma mulher se aproximou inesperadamente da nossa mesa oferecendo pulseiras de missangas. Dissemos que não queriamos e agradecemos, mas ela continuou onde estava. Um discurso melancólico foi jogado em nossos colos.

Ela havia passado a noite anterior fazendo todas aquelas pulseiras e não tinha conseguido vender nenhuma até aquela hora. Tinha vindo de muito longe e não tinha dinheiro pra voltar. Questionou por que Deus estava fazendo isso com ela. E junto com o questionamento vieram-se as lágrimas.

Não consegui encará-la. Uma reação atípica minha. Mas as lágrimas me pareceram indecentes.
Não podia acreditar que ela estava ali ao meu lado, chorando. Foi uma situação desconfortável. O tempo parecia ter ficado cinza depressivo.
Nenhum de nós queria comprar as pulseiras, mas, como ser humanos com sentimentos, estávamos começando a nos sentir obrigados.
Mas será que vale mesmo a pena dançar no sinal de trânsito travestido de Xuxa? Ou chorar nos ombros de desconhecidos implorando desesperadamente para que comprem sua mercadoria?
O resultado dessas perguntas é muito importante. Quero dizer, se as respostas forem afirmativas, eu mudo rapidamente de emprego. Dançar e interpretar. Acho que sou bom nisso.
Tô indo, gente.
Bom dia pra todos.
Beijoo.
Fiquem com Deus.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Rumos

A vida é realmente engraçada. Quando a noite tá mais escura é porque o sol está preste a nascer. Não deveria fazer sentido, mas realmente faz.
Quando tudo parece perdido e você acha que nada mais vai dar certo, a vida muda inesperadamente de rumo e, tudo aquilo que você esperava que não mais acontecesse, acontece.
Imagino que este seja talvez um dos motivos que torna a vida em si tão especial de se viver.

Sempre há esperanças para os desacreditados. E uma luz no fim de cada túnel particular.
Só permanecem na escuridão aqueles que não conseguem enxergar além do seu próprio universo. É necessário enxergar além...

Muitas coisas têm acontecido. É verdade que várias barreiras aparecem, mas acho que é só para provarmos a nós mesmo que somos capazes de enfrentar desafios ainda maiores e conquistar todos os nossos desejos outrora almejados.

Não sei se você é capaz de enxergar o que existe depois do seu redor. Eu consigo.

Mas agora estou indo jantar. Morto de fome.
Boa noite pra todos. Outra hora eu volto. De verdade.

Beijoo.
PS.: enquanto no mês de agosto fiz apenas duas postagens, já consegui três este mês. Ignoremos o fato de que setembro esteja acabando e que provavelmente não conseguirei postar nada até outubro e deixemos eu enganar a mim mesmo.
Agora fui mesmo.
Até...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Cores divinas

O dia amanheceu em uma mistura homogênea de tons de cinza com dourado ofuscante. Havia riscos também, riscos frios de gotas de chuva que cortavam o céu na diagonal e molhavam o chão seco, levantando poeira e calor.

Adoro olhar para os morros ao redor, nestas ocasiões. Rodeados por pesadas nuvens e iluminados, em pouquíssimas partes, por feiches ofuscantes de luz que fazem o gramado mais alto brilhar sobre o retrato monocromático.

Provavelmente poucas pessoas observam as montanhas em dias nublados. Mas os que as enxergam, não conseguem desprender os olhos porque encontram nela algo que jamais poderiam explicar. Talvez porque enxergam, nesses breves momentos, um vislumbre de Deus ou de suas mãos...

São nessas horas que eu não consigo entender como algumas pessoas ainda insistem em não acreditar em Deus. É como negar a própria existência.

Então me pego questionando: será que essas pessoas não sentem a presença de Deus quando respiram?

Eu vejo os olhos Dele sempre que acordo.
Gostaria que todos vissem também.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Uma década e meia depois...

Não quero comentar sobre o intervalo de tempo entre esta e a última postagem, então só vou dizer que ainda estou vivo. Para mim, isso é uma grande notícia. Ainda respiro. E respiro bem. Muito bem, na verdade.

A vida segue sua linha de raciocínio lógico enquanto você tropeça em seus medos e virtudes na expectativa de continuar o caminho. Sempre em frente. Na direção do sol.

Devemos aceitar certas verdades que são inescapáveis.
Decididamente não dá pra voltar atrás e fazer um novo começo, mas tenho absoluta certeza de que, com força de vontade, dá para se fazer um novo final.

Esquecer não é fácil, mas é uma necessidade.
Uma vez li que a vida é uma lousa em que o destino, para escrever um novo caso, tem que apagar o caso escrito. E, pensando agora, vejo que esta talvez seja uma dessas verdades inescapáveis que devemos aceitar.

Palavra da Salvação.
Todos: Glória a voz, Senhor!

Fui, povo.
Beijos.

domingo, 23 de agosto de 2009

Memórias

Vinte e um dias desde minha última postagem e volto como se tivesse sido vinte e um minuto atrás. Meu rosto está ficando cada dia mais lustroso, mas acho que sempre foi, rs.

Minhas duas últimas semanas foram particularmente boas. E, embora seja um sentimento que não tenho com muita frequência, me vi com saudades de pessoas que não via há muito, e, logo, relembrei de momentos tão bons que compartilhei com elas que quase pude sentir o sabor doce e salgado dos risos e lágrimas que transcorreram até hoje.

Convivi talvez por dois dias inteiros com esses fantasmas, mas não foi sombrio. Não sinti dor por não poder tocar neles como pude no passado, foi mais como vislumbrar um pôr-do-sol depois de anos de intensa chuva.

Num redemoinho de imagens, havia pessoas ouvindo Backstreet Boys no fundo do ônibus escolar; uma Torre de Babel; um grupo ensaiando uma peça de teatro; um jornal; cartas; uma menina num corredor; o maracanã inteiro; uma festa de formatura; um buquê de rosas; uma valsa; um colégio novo e brilhante; duas pessoas conhecidas; uma turma de xadrez; uma menina e um fichário; um fã Clube; uma amizade muito antiga; filmes, bolos, pipocas e quartas-feiras a fio; e dias ensolarados. Havia também chocolate e Coca-Cola; um sítio; madrugadas; cobertores pendurados; chinelos voadores; estrelas no céu; microfones, músicas e coreografias; e risadas altas. Depois vieram-se segredos; um irmão; uma cunhada; pizzas; praia; viagens; mais pizza...
Tudo isso arranca risadas de mim, não lágrimas, nunca lágrimas.

Me despeço desse momento de nostalgia sem medo algum. Não tenho medo do passado, mas não pretendo passar meus próximos anos lembrando de tudo que já não existe mais. Haverá momentos para recordação, mas agora é tempo de viver. Meus olhos não percorrem os caminhos pelos quais passei nem pelos quais estou passando. Não ando olhando para o chão. Não mais.

Por hoje é só.
Fiquem com Deus.
Ele os guiará.

domingo, 2 de agosto de 2009

Letra e Música

Sentindo como se não escrevesse aqui há séculos, o que, para a cronologia da internet, não deixa de ser verdade; seis dias após a última postagem (se minhas contas básicas de matemática não estiverem erradas, o que há uma grande probabilidade se considerando a rapidez com a qual a fiz), cá estou eu novamente.

Não tenho muita coisa a dizer. Semana tem sido corrida. Mal acordo e o dia já terminou. Sinceramente, não sei o que está acontecendo. Os dias estão se esvaindo com muita facilidade. Sinto como se estivesse tentando segurar água com as mãos. É frustrante...

Nessas minhas longas viagens de transporte alternativo, acabei percebendo que um bom livro e um iPod (ou smartphone, no meu caso) fazem total diferença. Em um percurso longo e congestionado, você pode se deixar levar para uma dimensão paralela e tentar tirar da cabeça a impressão de que o ônibus está andando de ré. Embora, é claro, sempre há aquelas exceções em que vale a pena retirar os fones de ouvido e fechar o livro para apreciar por um momento a atuação dos camelôs vendendo suas mercadorias para os passageiros que, no fundo, estão dando tanta atenção a eles quanto dão aos seus votos eleitorais...

Dias destes ocorreu um desses momentos em que precisei tirar um dos fones e erguer os olhos do livro que tinha em mãos, pois, ao contrário do típico camelô que entra oferecendo balas, chocolate e trezentos amendoins por um real, havia embarcado um que trazia consigo uma caixa de papelão com cenouras e batatas. Graças a Deus, ele não ousou vender os legumes aos passageiros: eles serviam apenas como amostra de utilidades para o ralador de legumes e verduras que, segundo ele, era o mesmo que Ana Maria Braga usava em seu programa.

Em breve o governo irá acrescentar barraquinhas de camelôs dentro dos ônibus da linha um-nove-nove.

Depois dessa minha péssima piada, eu vou indo dormir.
Muita coisa a fazer e uma vida pra respirar.

Boa noite.

domingo, 26 de julho de 2009

Pro dia nascer feliz

Enfim voltando para a minha terapia intensiva.
Finalmente meu computador voltou e agora posso retornar a compartilhar minhas experiências e comentários sem fundamento algum.

Minha última semana foi reveladora em muitos sentidos, acho até que finalmente estou compreendendo Deus - ou talvez apenas aceitando melhor as linhas muito, muito, muito tortas que ele desenha para escrever uma história certa.

É realmente verdade que passamos por situações difícies e muitas vezes desagradáveis que nos faz olhar para o topo do poço e acharmos que é demasiado alto para saírmos dele. Mas acreditem quando digo que tudo vai passar e que esse momento de infelicidade faz apenas parte de um grandioso plano para que coisas melhores aconteçam futuramente. Não é em vão que depois da noite sempre vem o sol.

Por isso, não se preocupe: o dia já vai nascer.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Esperança

Embora eu saiba intimamente que não haverá nada e que me decepcionarei mais uma vez (mais comigo mesmo por manter essa rotina do que com qualquer outra pessoa), puxo, insistente, meu celular de baixo do travesseiro para verificar minhas mensagens e ligações perdidas, e depois (como se a resposta não estivesse suficientemente clara pra mim) verifico meu orkut e MSN, que, assim como o celular, encontram-se tão munidos de informações quanto uma folha de papel em branco.

As pessoas dizem que a esperança é a última que morre. Mas perguntou eu: manter esperança por uma coisa que não vai acontecer, não é mais doloroso? Não seria mais fácil se aceitássemos a verdade inevitável que corre diante de nossos olhos e deixássemos de enganar os nossos próprios sentimentos?

Hoje, digo com convicção a vocês que a esperança é a primeira que mata.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Mais vinte e quatro horas, por favor!

Seria muito bom se Deus mudasse de ideia e simplesmente acrescentasse mais dez horas, no mínimo, nas vinte e quatro que já existem. Mas obviamente eu não iria conseguir parar por aí, porque, com o passar do tempo, eu iria reclamar que os dias são rápidos demais e imploraria, como agora, por mais horas adicionais (deve ser por isso que Deus nunca atendeu a esses pedidos).

Tenho que fazer um convite, um site e um cartão; dormir cedo porque amanhã irei na casa de um cliente na Penha (que aliás, eu não faço ideia de como pretendo chegar, uma vez que meus limites de conhecimento territorial acabam muito antes de Madureira); e ainda estou aqui postando (agora que escrevi tudo, me pergunto se eu realmente não deveria estar descansado ou ao menos fazendo alguma coisa realmente produtiva; eu, claro, não tenho juízo algum).

Em meio a todo esse meu caos, venho aqui para revelar duas coisas que descobri sobre eu mesmo hoje: primeira, eu realmente gosto de ser design gráfico - e acreditem quando digo estar surpreso com essa declaração porque lutei com todos os meus esforços para não me envolver com esse mundo (vendo em uma nova perspectiva, acho que não lutei com tanto esforço assim, afinal); e segunda, eu sou ridiculamente metido quando falo sobre layouts, papéis, cores e cortes. Percebi que enquanto falava que cartão em papel reciclado estava super na moda, eu estava praticamente sendo a versão masculina da Coco Chanel dos Cartões.

Mas agora eu tô indo dormir. De verdade.
Até amanhã.

domingo, 12 de julho de 2009

Quando aceitar um perdão?

Hoje acordei super mal. Tive pesadelos a noite toda e quando levantei da cama, havia um peso no meu peito. Olhei pro meu celular: nenhuma ligação ou mensagem. Liguei o computador: nada no MSN ou Orkut. Nenhum sinal de vida. Então, imagens começaram a vagar por minha mente. Imagens de coisas ruins de coisas que me fizeram. E as palavras usadas para ocultar a verdade vieram logo em seguida, ecoando como um mantra medonho. Logo passei a me perguntar se eu realmente havia perdoado os fatos em questão e descobri que não sei o verdadeiro significado do perdão. O perdão é sincero mesmo quando você continua profundamente magoado?

Todas as vezes que aceitei desculpas e perdões foram sinceras, mesmo que fazer isso provocasse uma dor ainda maior em mim. Mas o tempo passa e dor não se vai, não morre.

Minha primeira atitude foi pesquisar na internet o que os estudiosos falam, e a única conclusão que cheguei foi que talvez minha dor seja tão grande que eu realmente deveria fazer terapia. Não é fácil fingir que nada ocorreu. Vivo com a sensação de que isso sempre vai acontecer comigo. E tenho medo de que nunca mais volte a confiar em alguém. Não é isso que eu quero. Queria ter a certeza de que consigo superar isso. De que tudo vai passar. Gostaria de não pensar nessas coisas, mas aí os erros não mudam e você começa a se perguntar se quem os cometem realmente se importa com você. Gostaria de acreditar que sim, mas, quando é apenas eu dizendo isso pra mim mesmo, não parece ser tão verdade.

Tá fazendo frio e eu vou colocar um casaco. Mais tarde eu volto.

NP (Nota Particular - acabei de inventar isso, rsrsrsrs): Acho que tô começando a me relacionar melhor com o título.

sábado, 11 de julho de 2009

Escrevendo no título só pra ocupar o espaço...

Eu sinceramente não botava fé nesse show do Roberto Carlos no Maracanã, ele não tem cara de Maracanã e nem suas canções.

Quando penso em Maracanã penso em dezenas de centenas de pessoas pulando, cantando e berrando como desvairadas, não em dezenas de centenas de pessoas sentadas, patéticamente comportadas, em cadeiras espalhadas pelo gramado vestindo CAPAS DE CHUVA. Estou até agora inconformado com as capas de chuva, isso desvaloriza completamente a imagem do nosso estádio. Cadê a desorganização? Os maus educados em pé nas cadeiras, atrapalhando a visão das pessoas nas fileiras antecedentes? Até o coro da platéia do Roberto Carlos era bem afinada (a Globo deve ter feito um teste com todos na hora de comprar o ingresso: você canta bem, pode comprar... você não, desafinou muito, desculpe, fica pra próxima oportunidade...). E, o pior de tudo, não houve nenhum grito de "maconha" quando ele cantou o refrão de "É Proíbido Fumar". Como assim?

Então ocorreu o ápice: minha mãe começa a gritar desesperada por mim. Levanto-me do computador quase correndo (mentira porque sabia que tinha alguma coisa haver com o show e por isso não me preocupei tanto), e quando chego no quarto dela, a encontro sentada perto do computador, o rosto varrido por lágrimas, os olhos vermelhos. Na televisão, Roberto Carlos e Erasmo Carlos dividiam o palco entre música, choros e abraços. Minha mãe estava completamente desconsolada, arrependida profundamente por não ter ido ao show. E o que é incrível foi que até eu fiquei ligeiramente arrependido por não ter ido. E o pior é que nem minha mãe e nem eu (e nem tantos outros que com certeza se arrependeram de não terem ido ao evento) teremos uma segunda oportunidade. Eu nem sou fã dele, mas sei lá, já estou tão acostumado a assistir shows no Maracanã que não ter ido neste está me incomodando um pouquinho.

Bom, vou assistir um DVD e dormir enquanto assisto (meu novo hobby).

Beijo.

Cumprindo minha primeira promessa...

Uma coisa com a qual eu não consigo me conformar: como uma pessoa que trata alguém mal pode querer ser tratado bem?

As pessoas que agem de forma errada são normalmente as que se irritam quando outras agem da mesma forma que elas, o que sinceramente me incomoda. Quero dizer, como alguém pode se irritar por uma atitude que também cometeu?

Essas pessoas normalmente criam as leis, mas nunca as seguem (provavelmente porque nunca aprenderam que devemos tratar as pessoas da forma como gostaríamos de ser tratados). Como podem cobrar algo que elas mesmas não fazem?

Eu gostaria de acreditar que um dia os olhos dessas pessoas se abrirão e perceberão, então, os erros que vieram cometendo ao longo dos anos. Mas eu desejo que, mais do que isso, elas compreendam que é necessário mudar e que realmente mudem.

Mas notem: não é pecado errar, exceto quando faz outra pessoa sangrar.

Beijo.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Nunca sei o que colocar

Os blogs deveriam vir com a opção de título nas configurações: ou a pessoa ativa esse conteúdo em suas postagens ou não. Eu me sinto obrigado a colocar alguma coisa porque fica aquele espaço branco lá em cima chamando minha atenção como se estivesse gritando: me preencha, me preencha, me preencha!!!
Fiz um péssimo título, eu sei, mas foi só pra ele calar a boca.

Enfim...
Essa é mais uma tentativa minha de fazer um blogger; e espero não desistir no meio do caminho como tantas outras coisas que deixei para trás.

Mas agora eu tô indo dormir. Amanhã eu posto. Eu juro que posto. Eu acho.

Beijo.